Microscopio de tunelagem
O microscópio de corrente de tunelamento, ou simplesmente microscópio de tunelamento, inventado em 1981, permite obter imagens de átomos e moléculas, utilizando-se uma agulha microscópica na qual se aplica uma tensão elétrica.
A imagem é formada ao se analisar a variação da corrente entre a agulha e a superfície que se quer fotografar, quando a agulha desliza sobre esta superfície. Essa tecnologia permite medir as propriedades físicas dos objetos analisados e estudar as forças entre moléculas e átomos, e observar as estruturas em escala atômica.
O microscópio é capaz de obter imagens numa escala atômica de 2×10-10 ou 0,2 nanometros, sendo usado na manipulação individual de átomos, acompanhamento de reações químicas, reversão de íons produzida pela remoção ou adição individual de elétrons e moléculas. Em 1989, utilizando um microscópio de tunelamento, cientistas da IBM escreveram as letras “I-B-M”, em uma superfície de níquel, com 35 átomos de xenônio.
O fluxo dos elétrons é por efeito túnel, por isso o nome tunelamento. A invenção valeu ao alemão Gerd Binnig e ao suíço Heinrich Rohrer o Prêmio Nobel de Física de 1986.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Microscópio_de_corrente_de_tunelamentoVeja algumas leitura complementares sobre o assunto:
Importância para a citologia
Fotos de microscópios antigos
Diferenças entre microscópios óticos e eletrônicos
História do microscópioIndique essa página para um(a) amigo(a)
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Os espectrofotômetros são instrumentos de análise que permitem:
Selecionar o comprimento de onda (lâmbda) da radiação adequado à análise de um determinado componente.
Medir a intensidade I do feixe emergente que corresponde a um determinado feixe incidente Io, convertendo o sinal recebido no detector em medida de Absorvância para o comprimento de onda da análise.
Determinar a concentração de uma espécie em solução a partir do gráfico da variação de absorvância (ou transmitância) em função da concentração de várias soluções-padrãoA precisão dos comprimentos de onda para análise são chamados de bandas de passagem, mais comum na ordem de 10nm. O espectro da análise mais comum é de 360nm à 1000nm para a faixa visível.
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